A dança é uma das três principais artes cênicas da antiguidade. Consiste no movimento do corpo seguindo movimentos pré estabelecidos (coreografia) ou improvisados (dança livre), compassados pelo som da música.
Trata-se de uma manifestação artística corporal, que através de seus movimentos, transmite emoções, repassa complexos sinais e códigos, e é marcante em cerimônias, como por exemplo, a valsa dos 15 anos.
É a tradução da alma através de movimentos, fisionomias e até mesmo olhares.
No âmbito educomunicacional, a aplicação da dança pode ser facilmente percebida, por exemplo, em projetos socio-culturais que visam entreter crianças de comunidades carentes, a fim de que as mesmas não venham a se envolver com o tráfico e a prostituição. Outro exemplo da dança aplicada na educomunicação são as escolas que adotam a dança como disciplina e os clubes de mães que fornecem cursinhos de dança ocupacional e/ou terapêutica para donas de casa e idosos.
Na escola, a dança tem forte papel na formação da personalidade das crianças, que passam a identificar seus gostos musicais, e livremente traduzir o que sentem através do movimento de seus corpos, melhorando assim inclusive a sua capacidade de dialogar e de se expressar. Além de que, a dança coreografada também pode ser trabalhada como exercício mental de memória, muito utilizado em escolas, clínicas e asilos.
Seja em escolas, em clínicas, em asilos, em casas de show, a dança é uma arte repleta de peculiaridades e curiosidades que vamos estudar e procurar formas de aplicá-las à educomunicação no decorrer das postagens deste blog.
A seguir, um projeto de dança de rua com adolescentes, durante a semana cultural de cansanção na Bahia.
Vívian Galvão



1 comentários:
Pararabéns!Gostei de texto. Bem enchuto e incisivo. Embora que poderia dá se enfaze também outras modalidades de dança, como a dança de salão, a origem do samba, este um inflenciador na época de ditadura,em outros momentos, uma boa ideia seria.
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